terça-feira, 19 de setembro de 2017

Você quer provar que está certo ou encontrar uma solução?


Não existem dois seres humanos iguais. Quanto a isso não há discussão. Quando um casal resolve compartilhar a vida, essas duas pessoas não estão se anulando em favor do cônjuge, mas, sim, somando-se um ao outro. Assim sendo, durante todos os anos que passarão juntas, muitas vezes essas pessoas tendem a discordar em algumas questões. E é aí que muitos casais erram.
“Quando um casal conversa, tem hora de falar e tem hora de calar”, afirma o escritor Renato Cardoso, autor do best seller “Casamento Blindado – Seu Casamento À Prova de Divórcio. Infelizmente, nem sempre os casais percebem isso. Ao contrário, muitas pessoas sempre querem ter a “última palavra” ou “falar mais alto do que o outro”. Dificilmente se calam para ouvir.
“Tem casal que não sabe conversar, que não quer resolver o problema. Sempre um ou outro quer ter razão, quer ter a última palavra. Então, não há acordo algum”, explica Renato.
Por isso, antes de entrar em uma discussão feia com seu cônjuge, reflita: o que você quer é provar que está certo ou encontrar uma solução?
Conversa ordenada
Para que um diálogo conjugal gere bons resultados é necessário seguir uma ordem, não pode haver bagunça ou gritaria. Existem alguns passos que devem ser seguidos, conforme Renato Cardoso explica: “A primeira regra da comunicação eficaz: ouça.”
Após ouvir e antes de falar, reflita: “Você realmente entendeu o que sua mulher quer falar?”
O escritor afirma que nem sempre, após entender, você concordará com o ponto de vista do outro. Mas é preciso entender. E, só depois, dar a sua própria opinião, que a outra pessoa também ouvirá e entenderá.
Para exemplificar a situação, Renato utiliza sua própria experiência:
“Minha esposa tentou falar por 12 anos o que ela estava tendo de problema comigo e eu não ouvia. Porque ela falava, mas eu já tinha decidido, na minha cabeça, que o que ela estava falando era bobagem. Eu tinha decidido isso na minha cabeça e não era bobagem. Não era por bobagem que ela estava falando em divorciar. Mas eu não estava ouvindo. Porque eu achava que já sabia”.
Mesmo após 12 anos de um relacionamento falho, Renato e Cristiane Cardoso foram capazes de reconstruir suas vidas e, hoje, orientam casais para que consigam realizar o mesmo feito. Uma das ferramentas mais importantes nessa empreitada, de acordo com o casal de palestrantes, é o diálogo.
“Eu posso não concordar com você, mas eu quero te entender, eu quero te dar toda a atenção para entender o que você está falando para mim. Ouvir. Depois falar. Respeitar a opinião da outra pessoa mesmo que você não concorde”, conclui Renato.
Assista ao vídeo abaixo e veja o ensinamento completo do escritor Renato Cardoso.

Se você deseja aprender mais sobre a vida amorosa, participe da Terapia do Amor, que acontece todas as quintas-feiras, no Templo de Salomão, às 10h, 15h e 20h, na Avenida Celso Garcia, 605, Brás, zona lesta da capital paulista. Ou procure uma Universal perto de você e se informe sobre essa reunião. Também compartilhe essa matéria em suas redes sociais e ajude outras pessoas.
Por Andre Batista

sexta-feira, 15 de setembro de 2017

O principio da Comunhão é...

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O principio da comunhão é pensar no bem do outro, quando isso é reciproco podemos afirmar que existe comunhão.

Significado de Comunhão

substantivo feminino Ação ou efeito de comungar.Ato de realizar ou desenvolver alguma coisa em conjunto.Harmonia no modo de sentir, pensar, agir; identificação: comunhão de pensamentos.Em que há união ou ligação; compartilhamento.

Um relacionamento amoroso precisa de comunhão, é quando o 2 se torna 1, são duas pessoas que vivem como se fosse 1, pois um vive pensando no bem estar do outro.. então pelo fato de querer agradar a outra pessoa em suas atitudes, sempre querendo fazer o bem, acabam gerando uma ligação forte entre si, mesmo distante seus pensamentos e preocupações os aproximam um do outro. 

Quando não existe comunhão cada um pensa em si mesmo, em seus próprios interesses, a comunhão faz com que a pessoa não enxergue o futuro sem a outra pessoa... a falta dela, faz com que a pessoa só enxergue ela no futuro e mais ninguém... quem quiser que se esforce a seguir na vida dela. 

A comunhão faz um bem não só a quem a busca, mas a quem faz parte dela também, tem seus resultados maravilhosos, já citados como a preocupação, fazer o bem, a intimidade (aproximação), amor pelo próximo ! 

Amarás, pois, ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento, e de todas as tuas forças; este é o primeiro mandamento.
E o segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Não há outro mandamento maior do que estes.
Marcos 12:30,31

Portanto, a dica é invista na comunhão em um relacionamento com Deus e com a pessoa amada, comunhão é falar todos os dias, valorizar ! Não é só falar, mas aprender a ouvir e ter prazer em ouvir até mesmo quando é uma repreensão afinal, só quem AMA tem coragem de falar a verdade e repreender se for preciso! tudo é importante na comunhão, os elogios e as criticas também. 

Existe alguma coisa que pode atrapalhar uma comunhão ? sim, a mentira é uma delas, quando se mente por medo, ou por vicio, ou por qualquer outro motivo, é uma fraqueza que destrói qualquer comunhão seja com a pessoa amada que você pode ver, ou Deus, que você ama, mas não pode ver. Portanto, evite mentir, é melhor falar a verdade e ser sincero mesmo que não seja compreendido do que se lamentar o restante da vida por uma mentira lançada por medo.

Existe alguma coisa que ajuda a comunhão ? Sim, a verdade sempre ! em qualquer circunstancia junto com a sinceridade de falar tudo que pensar e sente doa o que doer, elimine os segredos e desconfianças para nada abalar a comunhão. Por fim a compreensão, não existe comunhão que suporte a falta de compreensão, lembre-se antes de criticar pergunte, antes de julgar lembre-se também que você não é perfeito um dia já errou e vai voltar a errar... então seja paciente e busque a compreensão, a unica pessoa que você dentro de uma comunhão vai ver perfeição é em DEUS!

Que você consiga alcançar uma verdadeira comunhão em seu relacionamento com a pessoa amada e principalmente em seu relacionamento com Deus ! abraço do seu amigo Nelsinho A. Quintanilho. 


terça-feira, 12 de setembro de 2017

O amor, a riqueza ou o sucesso?



ilustrações, mensagens, amor, sucesso, riqueza, reflexãoUma mulher regava o jardim de sua casa quando três idosos passaram em frente à sua casa, aparentemente, com sede.
Ela lhes disse: “Por favor entrem em minha casa, vou lhes dar um copo de suco”.
Um deles perguntou: – O homem da casa está ?
– Sim, respondeu ela, ele está.
– Ok, mas somente um de nós pode entrar.
– Por quê? Perguntou ela.

Um dos homens apontou para outro dos seus amigos e explicou:
– O nome dele é Riqueza e o nome deste outro aqui é Sucesso e eu sou o Amor.
Decida com o seu marido qual dos três vocês querem que entrem.
– Vamos convidar a Riqueza, disse o marido. Riqueza sempre é bom!
– Querido, por que não convidamos o Sucesso, estamos precisando dele!
A filha do casal estava escutando tudo e veio correndo a dizer:
– Papai, Mamãe, não seria melhor convidar o Amor, nosso lar ficaria tão melhor.
– Vamos escutar o conselho de nossa filha, disse o esposo à sua mulher. Vá lá fora e convide o Amor para entrar.
Depois de convidado, o Amor entrou na casa e começou a andar por ela. Logo depois, os outros dois também entraram.
A mulher lhes perguntou:
– Eu havia entendido que só um podia entrar.
Os homens responderam juntos:
– Se tivessem convidado a Riqueza ou o Sucesso, os outros dois permaneceriam lá fora, mas já que convidaram o Amor, aonde ele vai, nós vamos com ele, pois onde houver amor, há condições para Riqueza e Sucesso.
Fonte: Blog do Fernando

sábado, 9 de setembro de 2017

Queixa em amargura


Um juiz só pode julgar com justiça a causa de alguém se conhecer a fundo todo o processo e os detalhes dos acontecimentos.
Quando se trata de um juiz humano, ele recolhe as informações dadas pelas testemunhas e dá a sentença. Nesse caso, há possibilidade de uma decisão injusta, visto que o homem é falho e pode ser vítima da corrupção de outros. Mas, quando se trata de Deus, não há como recebermos uma sentença injusta, afinal, Ele conhece o que está dentro de nós e das demais pessoas e tudo o que acontece ao nosso redor.
O Altíssimo não precisa de testemunhas nem de evidências para julgar a nossa causa, já que Ele é A Própria Testemunha de tudo o que ocorre na Terra e é conhecedor de todas as nossas obras.
Mas somente uma coisa é capaz de fazer bater o Seu Martelo em nosso favor: a manifestação da nossa fé. Só a fé nos justifica diante de Deus. Só a fé nos faz merecedores perante Ele. Só pela fé o Todo-Poderoso SENHOR DA JUSTIÇA é capaz de atender ao nosso clamor.
Ainda hoje a minha queixa está em amargura… Jó 23.2
Quanta gente cristã, fiel e sincera carrega consigo uma queixa antiga, amarga como o fel e tóxica como a ferrugem. E como a ferrugem consome o ferro, tal amargura tem consumido a alma.
Alguém me confessou: eu não pedi a Deus para me livrar dessa amargura porque temia não ser atendida e, por fim, desanimar da minha fé nEle…
Parece que Jó pensava o mesmo, ao confessar que a sua mão calava o seu gemido. Só quem vive amarguras assim entende a dor de Jó.
Quem, em sã consciência, não tem sufocado um clamor na alma?

domingo, 3 de setembro de 2017

NÃO DEIXE ISSO MATAR VOCÊ !





O perdão é algo que está no nosso dia a dia, todos os dias devemos perdoar sempre!!! das coisas simples as mais difíceis! como também devemos pedir o perdão de semelhante forma e por fim nos perdoar a cada dia.

O problema de muitos é não se perdoar de suas próprias falhas. O perdão é cotidiano como o amor, viver sem essas dádivas de Deus que estão interligadas é o mesmo que aquela pessoa que se encontra entubada no hospital ou tenha uma melhora e sai da sala vermelha ou vão desligar seus aparelhos, pois entrou em óbito. Resumindo sem perdão, sem amor, sem vida. Quer viver? Ame muito, perdoe os >>> 365 dias de cada ano a você e a quem te fez mal. 😉


"Por isso, o Reino dos céus é como um rei que desejava acertar contas com seus servos.


24 Quando começou o acerto, foi trazido à sua presença um que lhe devia uma enorme quantidade de prata.

25 Como não tinha condições de pagar, o senhor ordenou que ele, sua mulher, seus filhos e tudo o que ele possuía fossem vendidos para pagar a dívida.

26 "O servo prostrou-se diante dele e lhe implorou: 'Tem paciência comigo, e eu te pagarei tudo'.

27 O senhor daquele servo teve compaixão dele, cancelou a dívida e o deixou ir.

28 "Mas, quando aquele servo saiu, encontrou um de seus conservos, que lhe devia cem denários. Agarrou-o e começou a sufocá-lo, dizendo: 'Pague-me o que me deve!'

29 "Então o seu conservo caiu de joelhos e implorou-lhe: 'Tenha paciência comigo, e eu pagarei a você'.

30 "Mas ele não quis. Antes, saiu e mandou lançá-lo na prisão, até que pagasse a dívida.

31 Quando os outros servos, companheiros dele, viram o que havia acontecido, ficaram muito tristes e foram contar ao seu senhor tudo o que havia acontecido.

32 "Então o senhor chamou o servo e disse: 'Servo mau, cancelei toda a sua dívida porque você me implorou.

33 Você não devia ter tido misericórdia do seu conservo como eu tive de você?'

34 Irado, seu senhor entregou-o aos torturadores, até que pagasse tudo o que devia.

35 "Assim também fará meu Pai celestial a vocês se cada um de vocês não perdoar de coração a seu irmão". (Mateus 18:23-35).

Deus é como o senhor dessa parábola: Ele perdoou todos os pecados de quem se arrepende a aceita Jesus como seu salvador. Nós não merecemos e Ele não precisava fazer isso mas Ele nos ama, mesmo sendo pecadores. Da mesma forma, ninguém merece nosso perdão mas nós podemos dá-la de graça e sem limites. Isso é parte de sermos imitadores de Cristo. 

Que a cada possamos ser perdoados e ser fortes o suficiente para liberar o perdão um abraço do amigo Nelsinho A. Quintanilho. 

sábado, 2 de setembro de 2017

O Problema de sentir raiva



Você já desejou bater em todos que lhe causam raiva? Falar palavrões e ofender o outro cada vez que é criticado? Quem sabe se, depois de uma situação de injustiça, você já quis chutar objetos e bater a cabeça na parede por causa do nervosismo. 
Basta ser humano para sentir raiva. Seja por conta de estresse, seja por causa de uma frustração ou de uma injustiça, a verdade é que todos têm essa emoção em um momento da vida ou até mesmo em todas as horas dela.
De um modo geral, pode-se definir a raiva como um sentimento de insegurança, de protesto ou, como esclarece o dicionário de Língua Portuguesa Priberam: “grande irritação ou aversão em relação a algo ou alguém”, “sentimento de fúria intensa que pode manifestar-se através de agressividade física ou verbal”.
Vivemos uma época em que a dificuldade de lidar com a ira aumenta diariamente. As notícias mostram numerosos casos de tragédias e assassinatos causados pelo mau uso da raiva. Recentemente, a professora catarinense Marcia Friggi divulgou em sua rede social uma foto sua com o rosto machucado em consequência de socos que recebeu de um aluno.
Em sua publicação deu detalhes do ocorrido. Ela afirmou que apanhou após contestar e chamar atenção do adolescente de 15 anos para que ele tirasse o livro que estava entre as pernas e o pusesse em cima da mesa. Após xingá-la e ser expulso da sala, ele reagiu com a agressão física. Em 2016, o mesmo jovem foi denunciado por ter agredido a própria mãe.
Há pessoas que xingam ou agridem o cônjuge após descobrirem uma traição; outras até matam pela mesma razão. Não importa o motivo, não há justificativa para externar esse sentimento de forma negativa. No entanto, o que fazer para vencer a fúria e evitar as consequências negativas dela? Muitos não sabem, mas a raiva pode ser um potencializador para mudanças positivas. Tudo depende da forma como se lida com ela.
Quando custa o emprego
Um problema na impressora foi o motivo da demissão da analista financeiro Regina Célia de Alexandre (foto ao lado), de 47 anos. “Certa vez, fui imprimir uns documentos e a impressora travou. Eu não conseguia pegar as cópias, daí soltei um palavrão bem alto e dei um soco na máquina. No departamento todos me olharam, inclusive o meu chefe, que me mandou embora na hora”, recorda.
A analista era impaciente. No trabalho tentava manter outra postura, mas, quando contrariada, não conseguia esconder seu traço nervoso por muito tempo. “Lembro que não gostava que as pessoas me pedissem favores que fossem alheios à minha função. Eu atendia ao pedido reclamando e com raiva da pessoa que havia mandado executar a tarefa. Com colegas era a amiga mandona. Tudo tinha que ser do meu jeito”, explica.
A demissão foi apenas uma consequência das muitas atitudes erradas que ela estava tendo. “Eu tinha raiva das pessoas e das situações. Na família, quando meus pais não me deixavam fazer o que eu queria, gritava, xingava e esperneava. Numa briga com a minha mãe, a peguei pelo braço e a empurrei com força. E já cheguei a sair no tapa com meu pai. Ou seja, não perdi apenas o emprego, perdi amizades e relacionamentos”, conta.
Regina percebeu que estava sozinha e que as pessoas ao redor tinham medo de conversar determinados assuntos com ela. Daí, ela entendeu que precisava mudar. “Depois das explosões, eu ficava mal, com peso na consciência e depressiva. Percebi que ninguém mais queria minha amizade e ouvia meus familiares reclamando de mim. Comecei a buscar alternativas para lidar com as minhas emoções e descobri que elas tinham raízes, problemas que precisavam ser resolvidos”, afirma.
A forma ruim de lidar com a raiva vinha desde a infância. “Eu era uma criança irritada com meus coleguinhas. Uma vez, aos 7 anos, mordi o olho de uma menina e ela quase ficou cega. Hoje entendo que agia daquela forma porque presenciava muitas brigas na minha casa, meus pais me batiam muito, principalmente meu pai, com cinto e socos. Tudo era na base do grito”, diz.
Então, ela buscou ajuda emocional e espiritual. “Após ouvir um programa de rádio que despertou minha curiosidade, passei a frequentar a Universal. A fé me ajudou a transformar minha raiva. Por meio da oração, falava e ainda falo com Deus tudo o que sinto. Perdoei meu pai e entendi que não é porque tive aquela criação que devo reproduzi-la. Durante três anos, policiei constantemente minhas atitudes. Não foi fácil, mas consegui”, afirma.
Pensar antes de reagir e ter paciência com o próximo foram atitudes que a ajudaram a mudar de postura. “Hoje, nos momentos de raiva, respiro fundo e uso meu domínio próprio. Se alguém me irrita, eu simplesmente ignoro, saio de perto, não respondo nem grito. Apenas respiro fundo e espero aquele sentimento ir embora. Depois, reflito o que posso fazer para resolver aquela situação da melhor maneira”, completa.
A ponto de querer matar
O administrador de empresas João Luiz Fidencio (foto ao lado), de 35 anos, se considerava uma pessoa impaciente no relacionamento conjugal. Como qualquer casal, ele e a esposa tinham diferenças e quando ela o criticava ele costumava ser agressivo. “Presenciei muitas vezes meu pai maltratar minha mãe. E, como ela não reagia, achava que fosse normal agir daquela forma, uma vez que havia sido criado assim. No meu casamento, tinha raiva porque achava que minha esposa tinha que estar sempre satisfeita com tudo. Problemas que poderiam ser pequenos se tornavam grandes em razão das minhas reações”, constata.
Ele se lembra que, com o passar do tempo, seu comportamento só piorou. Há dois anos, João chegou ao ponto de tentar matar a companheira e a filha. “Essa atitude foi a gota d’água. Eu cheguei em casa bêbado e comecei a brigar com minha esposa. Gritei, a ofendi e, quanto mais eu falava, com mais raiva ficava. Coloquei fogo em minha casa com ela e minha filha lá dentro”, lamenta.
Desesperadas, elas fugiram do local e buscaram abrigo com familiares. No dia seguinte, desnorteado e com peso na consciência pela atitude que tivera, o administrador buscou o perdão da parceira. “Eu já havia perdido trabalhos, amigos e estava perdendo o que de mais valioso tinha na Terra. Fui atrás dela para pedir perdão, mas ela estava cansada de ouvir meus pedidos de desculpas e me impôs uma condição: se eu buscasse ajuda e provasse minha real mudança, me aceitaria de volta”, revela.
Naquele momento João entendeu que não conseguiria melhorar sozinho. “Foi quando decidi acompanhar minha esposa na Universal. Ir à reunião passou a me trazer paz, porém tive que fazer muito mais do que apenas frequentar a igreja. Abandonei meu temperamento explosivo e não foi fácil no começo. Cada vez que tinha vontade de gritar, respirava fundo e buscava tolerar a situação”, diz.
Hoje, dois anos depois do dia em que decidiu mudar, o administrador revela que toda vez que sente raiva a transforma em sentimentos produtivos. “Por exemplo, quando minha esposa fala ou faz algo que me dá ódio, busco respirar fundo, lembrar o objetivo do nosso casamento, como eu a amo e que não quero ofendê-la. Assim, ignoro aquela palavra. E não é só com ela. Em qualquer situação me controlo para que minha atitude seja um exemplo testificado da minha transformação”, finaliza.
Ansiedade que precede a (má) reação
Léo Gaspar Mota (foto ao lado), de 38 anos, empresário, não aceitava ser contrariado. A possibilidade de pensar que talvez estivesse errado em determinadas situações o fazia agir de forma impulsiva. “Quando me contrariavam, ficava com muita raiva. Costumava humilhar as pessoas, colocando-as para baixo. Não assumia meu erro e invertia os papéis para que a outra pessoa se sentisse culpada. Com o tempo, as pessoas começaram a se afastar de mim e me toleravam quando era preciso. Apenas ficavam perto as pessoas que eram nervosas como eu”, destaca.
A gota d’água foi quando ele se envolveu em uma briga na rua. “Em uma discussão com um rapaz na saída de uma balada, eu e um amigo fomos buscar uma arma para tirar satisfação com ele. Graças a Deus, quando retornamos, não o encontramos mais. Depois desse dia, comecei a refletir quanto à minha postura e me dei conta de que ninguém tem prazer em ficar próximo de uma pessoa nervosa. Estava fazendo mal a mim mesmo e tomei a decisão de buscar ajuda”, observa.
Ele encontrou direcionamento por meio das palestras de cura e libertação. “Minha mãe não tinha desistido de mim e foi ela quem me fez o convite. Tinha muitas questões interiores para serem resolvidas e meu lado espiritual precisava urgentemente ser cuidado. Foram dois anos de guerra para mudar minha forma de encarar os problemas, mas aprendi a ser mais calmo, a ter mansidão, serenidade e domínio próprio”, acrescenta.
Hoje, casado, ele diz que teve a oportunidade de se libertar do mau uso da raiva e conseguiu transformar o que poderia se tornar uma briga dentro do casamento em respeito, adaptação e crescimento. “Aprendi a respirar, analisar e ponderar antes de falar e de tomar atitudes. Não sou mais ansioso nem impulsivo para falar. E isso ajudou muito na fase de adaptação”, finaliza.
Se proteja!
Antes de tudo é preciso entender que, de fato, a raiva é um sentimento negativo e que ele existe na natureza de todo ser humano. “Ela foi colocada lá por um motivo muito importante: para nos proteger. A raiva é despertada sempre que alguém se sente ameaçado de alguma forma. É importante dizer que o problema não é ter raiva, mas não ter controle sobre ela. Ela é uma força poderosa, é preciso muito cuidado com ela e com o que ela pode levar uma pessoa a fazer”, argumenta a psiquiatra Hebe de Moura.
Quando se sente raiva, os batimentos cardíacos e a respiração se aceleram, a expressão facial, os gestos e a postura do corpo emitem sinais de irritação – como os punhos que se cerram, por exemplo. O tom da voz também se altera e ela pode ficar desde estridente até mais grave ou abafada.
Mas como evitar de fato um “descontrole emocional”? Para Hebe, é necessário usar a razão. “É importante entender melhor o que está acontecendo naquele momento e como se pode lidar com aquilo de modo a causar menos danos a si mesmo, ao outro e à relação, seja amorosa, profissional ou familiar. Assim, em vez de deixar a raiva solta, é urgente dar atenção a ela. E essa é a característica que diferencia os seres humanos dos animais irracionais”, orienta.
Revolta positiva
Outro ponto importante é saber que a raiva tem muitos aspectos positivos. As pessoas são mais felizes quando são capazes de se expressar emocionalmente, mesmo que sejam sentimentos desagradáveis, como raiva e ódio, segundo uma nova pesquisa.
Os cientistas entrevistaram 2,3 mil estudantes universitários de diversos países, como Brasil, Estados Unidos, China, Alemanha, Gana, Polônia, Israel e Cingapura. Os participantes falaram a respeito das emoções e as relacionaram com seus níveis de felicidade e de satisfação com a vida.
Já que a raiva é uma poderosa energia, se ela for bem direcionada, pode nos levar a atingir resultados que, sem ela, talvez não se tivesse forças para alcançar. “A raiva de alguma coisa, como a pobreza ou a ignorância, por exemplo, também pode levar à superação desse cenário. Imagine que alguém foi menosprezado por não ter um diploma. A ira que ele sentiu por ter sido diminuído pode lhe dar o impulso que faltava para se ter a disposição para fazer o que tiver que fazer para obtê-lo, ou seja, estudar e trabalhar”, salienta a psiquiatra.
Conselho de fé
É muito importante saber diferenciar a raiva negativa da positiva e controlar os sentimentos e reações. Caso você ainda não tenha conseguido encontrar o ponto de equilíbrio para os momentos de fúria, segue uma dica valiosa para levar para o resto da sua vida. Existe uma pergunta, segundo o bispo Jadson Santos, responsável pelo trabalho evangelísitco da Universal no Rio de Janeiro, que pode mudar você a partir de hoje ou seu marido, sua esposa, seu filho e até mesmo a sociedade.
“Eu considero essa pergunta salvadora. É sempre se perguntar antes das suas ações e atitudes: ‘o que Jesus faria se Ele estivesse no meu lugar?’ Se a partir de hoje você aplicar essa frase, você vai ter mais sabedoria, mais paciência, mais calma”, salienta o bispo Jadson.
Se agora você está com vontade de responder a uma acusação, de agredir, de fazer algo porque está sendo provocado e ferido, coloque em prática esse pensamento. “Você deve pensar assim: ‘se o Senhor Jesus estivesse no meu lugar, o que Ele faria?' Faça isso e suas reações serão diferentes. Em quem merece um tapa você vai dar um beijo, em quem merece um empurrão você vai dar um abraço, de quem merece ser julgado você terá misericórdia e perdoará. Você viverá muito melhor a partir de hoje”, conclui.

segunda-feira, 28 de agosto de 2017

Perdão...


Olá amigos(as) Filhos de Deus, mais um início de semana e venho aqui em Cristo desejar a Vocês que invistam tudo! Na relação Com Deus só que tem um pequeno detalhe...
Para andarmos com o Altíssimo tem uma condição, aí você me pergunta, qual?
Resposta; Para se viver o Evangelho temos que concordar com o que a Escritura diz, para não sermos apenas "crentes" me perdoem a expressão "Crentes de papel"
      
Exemplo: Se temos de fato algo para ser tratado com alguém e aquilo vem te consumindo pouco a pouco é o que podemos chamar "adoradores de vírus", um mal para sua alma. Então faça alguma coisa para se livrar dos vírus ! Perdoe... Libere perdão,ou seja você estará concordando com Deus e será um verdadeiro adorador. Lembra, se não perdoarmos aos homens as vossas ofensas Deus não irá nós perdoar.

Compreendam uma coisa por favor tá,o fato de você descordar de uma suposta atitude de "A", "B" ou "C" isso não significa que você não a ama, muito pelo contrário, isso mostra que você a ama! e que você como filho de Deus vive na justiça e se da justiça somos vivamos então nela. . .
   Algo que sempre falo "Brigam-se as ideias e não os homens"
Porém sempre respeitando o lado contrário sempre ok.
      Faça o que tem que ser feito hoje, não amanhã, de verdade pode ser tarde demais.

      Um grande abraço pessoal, é apenas uma reflexão, pense, pare e analise veja se a algo a ser feito então faça.
       Meditem em Mateus 18.21-35 ou 19.1
   Minha palavra para nosso inicio de semana é perdão

Colaborou Jefferson Oliveira.